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31 de mai. de 2012
22 de mar. de 2012
ENSINE A CRIANÇA A LER DESDE NOVINHA
Saiba como ensinar a criança a ler –
O processo de ensinar crianças a ler pode ser uma diversão para os pais, pois alguns deles no entanto podem achar que seja uma das tarefas mais difíceis de se fazer. Abaixo daremos alguns procedimentos simples a ensinar as crianças sobre noções básicas de leitura, estas devem ser implementadas para obter melhores resultados e desenvolver o hábito da leitura e educação para os filhos.
Crianças Ensinando a Ler
Você poderá ensinar os seus filhos mais velhos a ler corretamente com algumas das técnicas indicadas a seguir. Ao iniciar o ensino de seu filho a ler poderia até ser um teste de paciência. Pode-se porém, até mesmo simplificar esta tarefa através da aplicação de técnicas adequadas de ensino. Leia abaixo
Ensine seu filho a ler
Um dos processos mais simples de ser seguido no ensino pré-escolar é colocar mais pressão sobre a fonética e vogais que lhes estão associados. As instruções a seguir darão uma boa ajuda para ensinar seu filho a ler.
Deve-se usar alguns livros completamente diferentes, que não contênha formato da letras e palavrasos regulares ou enjoativos tornando-o (chato). Os livros precisam ter letras impressas em tamanho grande e em fonte negrito. Ensinar seu filho em formas não convencionais sempre produzirá melhores resultados.
Mais importante também, as crianças não estarão sob pressão de aprender algo que eles não querem. Um primeiro passo é escolher palavras de três letras e pedir que a criança soletre cada uma em voz alta. Só deve avançar para a próxima letra após a criança completar esta repetição.
No final deste processo de 3 etapas, a criança deve ser instruída a dizer a palavra inteira através da combinação ou junção dos componentes / letras para que forme a palavra correta. Neste processo algumas crianças podem ter dificuldade em completar com sucesso o procedimento. O pai ou a mãe, narrando as letras e palavras, juntamente com a criança pode aumenta a sua confiança e, assim ajudar as crianças a ler corretamente e com mais segurança.
Para crianças mais velhas – As discussões sobre o texto / história que a criança tenha ouvido será útil no ponto de desenvolver o interesse e, o mais importante que permitirá ela a expressar seus pontos de vista. Se tudo correr de acordo com o procedimento previsto na aula dada com carinho pelos pais, não demorará muito para que a criança aprender e ela mesmo fará um esforço extra para aprender novas palavras, novas expressões e maneiras criativas de usar a língua e se auto-desenvolver.
O processo de ensinar crianças a ler pode ser uma diversão para os pais, pois alguns deles no entanto podem achar que seja uma das tarefas mais difíceis de se fazer. Abaixo daremos alguns procedimentos simples a ensinar as crianças sobre noções básicas de leitura, estas devem ser implementadas para obter melhores resultados e desenvolver o hábito da leitura e educação para os filhos.
Crianças Ensinando a Ler
Você poderá ensinar os seus filhos mais velhos a ler corretamente com algumas das técnicas indicadas a seguir. Ao iniciar o ensino de seu filho a ler poderia até ser um teste de paciência. Pode-se porém, até mesmo simplificar esta tarefa através da aplicação de técnicas adequadas de ensino. Leia abaixoEnsine seu filho a ler
Um dos processos mais simples de ser seguido no ensino pré-escolar é colocar mais pressão sobre a fonética e vogais que lhes estão associados. As instruções a seguir darão uma boa ajuda para ensinar seu filho a ler.
Deve-se usar alguns livros completamente diferentes, que não contênha formato da letras e palavrasos regulares ou enjoativos tornando-o (chato). Os livros precisam ter letras impressas em tamanho grande e em fonte negrito. Ensinar seu filho em formas não convencionais sempre produzirá melhores resultados.
Mais importante também, as crianças não estarão sob pressão de aprender algo que eles não querem. Um primeiro passo é escolher palavras de três letras e pedir que a criança soletre cada uma em voz alta. Só deve avançar para a próxima letra após a criança completar esta repetição.
Para crianças mais velhas – As discussões sobre o texto / história que a criança tenha ouvido será útil no ponto de desenvolver o interesse e, o mais importante que permitirá ela a expressar seus pontos de vista. Se tudo correr de acordo com o procedimento previsto na aula dada com carinho pelos pais, não demorará muito para que a criança aprender e ela mesmo fará um esforço extra para aprender novas palavras, novas expressões e maneiras criativas de usar a língua e se auto-desenvolver.
19 de mar. de 2012
CLAUDE MONET PARA CRIANÇAS
Olá pessoal, a professora de artes da nossa escola, está trabalhando Claude Monet com as crianças, o que é muito gostoso, em músicas de ambiente calmo e relaxante ela vai ensinando aos alunos a gostosa maneira que Monet tinha ao pintar as sua telas. Em virtude disso achei esse post no IG para crianças o que é uma gracinha, para que vocês também possam trabalhar com os alunos. Grande abraço!
Professora Angela!
Antes vale lembrar que a pintura é cheia de movimentos, que são como as modas de hoje em dia. Em um momento todo mundo só quer saber de assistir ao Bob Esponja, mas depois a moda passa e todo mundo começa a assistir ao Ben 10.

Na época era mais ou menos assim. Num momento todo mundo gostava das pinturas impressionistas. De repente, todo mundo ia atrás de pinturas cubistas ou renascentistas... Mas voltemos ao Monet!
Oscar-Claude Monet nasceu em Paris, capital da França, mas só foi começar a pintar mesmo no norte do país, na região da Normandia. Lá ele aprendeu a fazer pintura ao ar livre, que é quando o pintor leva a tela e o cavalete para um lugar aberto e pinta lá mesmo, fora de um estúdio.

Depois disso ele voltou a Paris, onde com outros pintores criou uma técnica de pintar a iluminação com pinceladas rápidas. Mais tarde essa maneira de pintar ao ar livre com pinceladas soltas ganharia o nome de impressionismo - tudo por causa de um quadro de Monet chamado Impressão, nascer do sol.
O legal dos quadros dele é que de longe muitos parecem um montão de borrões de tinta, mas quando você se aproxima percebe melhor o que está retratado na pintura.

Pouco antes de morrer, aos 86 anos, Monet teve uma catarata, que é aquela doença que deixa a visão embaçada. Mas nem isso o impediu de continuar pintando! Nessa época ele passou a usar cores mais fortes, que ele conseguia enxergar melhor.
Agora você já conhece um dos mais importantes pintores da história.
RESPONDENDO A PERGUNTA DE UM LEITOR ANÔNIMO:
SERIA MUITO LEGAL SE AS PESSOAS SE IDENTIFICASSEM QUANDO FIZESSEM PERGUNTAS, MAS NEM SEMPRE É POSSÍVEL O QUE É UMA PENA, MAS VAMOS LÁ!
QUAL O OBJETIVO DE TRABALHAR MONET COM AS CRIANÇAS?
FONTE: http://www.projetospedagogicosdinamicos.com/monet.html
CONCEITUAIS:
Professora Angela!
Monet e suas pinceladas rápidas
Da última vez que falamos sobre pintura no iG Crianças contamos a história de Van Gogh, que foi um dos mais importantes artistas do pós-impressionismo. Hoje vamos falar de um dos mais importantes pintores do impressionismo: Monet.Antes vale lembrar que a pintura é cheia de movimentos, que são como as modas de hoje em dia. Em um momento todo mundo só quer saber de assistir ao Bob Esponja, mas depois a moda passa e todo mundo começa a assistir ao Ben 10.
Na época era mais ou menos assim. Num momento todo mundo gostava das pinturas impressionistas. De repente, todo mundo ia atrás de pinturas cubistas ou renascentistas... Mas voltemos ao Monet!
Oscar-Claude Monet nasceu em Paris, capital da França, mas só foi começar a pintar mesmo no norte do país, na região da Normandia. Lá ele aprendeu a fazer pintura ao ar livre, que é quando o pintor leva a tela e o cavalete para um lugar aberto e pinta lá mesmo, fora de um estúdio.
Depois disso ele voltou a Paris, onde com outros pintores criou uma técnica de pintar a iluminação com pinceladas rápidas. Mais tarde essa maneira de pintar ao ar livre com pinceladas soltas ganharia o nome de impressionismo - tudo por causa de um quadro de Monet chamado Impressão, nascer do sol.
O legal dos quadros dele é que de longe muitos parecem um montão de borrões de tinta, mas quando você se aproxima percebe melhor o que está retratado na pintura.
Pouco antes de morrer, aos 86 anos, Monet teve uma catarata, que é aquela doença que deixa a visão embaçada. Mas nem isso o impediu de continuar pintando! Nessa época ele passou a usar cores mais fortes, que ele conseguia enxergar melhor.
Agora você já conhece um dos mais importantes pintores da história.
por Redação do Último Segundinho
RESPONDENDO A PERGUNTA DE UM LEITOR ANÔNIMO:
SERIA MUITO LEGAL SE AS PESSOAS SE IDENTIFICASSEM QUANDO FIZESSEM PERGUNTAS, MAS NEM SEMPRE É POSSÍVEL O QUE É UMA PENA, MAS VAMOS LÁ!
QUAL O OBJETIVO DE TRABALHAR MONET COM AS CRIANÇAS?
FONTE: http://www.projetospedagogicosdinamicos.com/monet.html
Projeto "Passeando nos jardins de Monet"
Postado em 20 de outubro de 2010Share on facebook
Cíntia Borher
Considerando que a criança, desde cedo, interage com o conhecimento social, deveremos levar em conta seu interesse e necessidade frente aos objetos da cultura e destacar o valor da arte no processo ensino-aprendizagem.
O projeto desenvolvido pela Professora Cíntia Borher Soares na sua turma de maternal (crianças na faixa de 2/3 anos), em um colégio particular da Zona Oeste do RJ, visou o conhecimento da vida e obra do mestre do impressionismo: Claude Monet.
Dentre os objetivos traçados podemos destacar:
- Conhecer o artista e suas obras.
- Desenvolver a percepção visual.
- Ampliar o vocabulário.
- Reconhecer as diferentes formas de expressão.
- Aprender como usar pinceis e tintas.
- Aprender usar as cores.
- Reconhecer a existência de formas e cores no mundo.
- Produzir trabalhos artísticos, utilizando linguagem do desenho, da pintura, da colagem e da construção.
- Desenhar a partir do que será observado.
- Despertar a curiosidade e o gosto pelas artes visuais.
- Respeitar e valorizar as produções próprias e dos amigos.
As crianças criaram: desenhos, pinturas, colagens, modelagens a partir de seu próprio repertório e da utilização dos elementos das artes visuais; Exploraram e aprofundaram as possibilidades oferecidas pelos diversos materiais, instrumentos e suportes necessários para o “fazer” artístico; Organizaram e cuidaram dos materiais no espaço físico da sala, além de respeitarem as produções próprias e do grupo, valorizando-as.
Foram realizadas: Rodas de conversas;Apreciação de obras; Desenhos a partir de interferências; Desenhos de observação; Desenhos com tema;
Mosaicos;Recorte e colagem;Técnicas de Pintura; Modelagens (com argila e massa de modelar);Colagens mistas (com diferentes materiais) e Construção com sucatas.
A culminância foi a exposição de todos os trabalhos realizados na feira de conhecimento, já tradicional na instituição.
16 de mar. de 2012
JOGUINHOS PARA MEUS ALUNINHOS
15 de mar. de 2012
O QUE É UM BOM PROFESSOR?
Em dado momento, a dinâmica do curso levou-nos a indagar sobre a figura do “bom professor”. Nesse passo, utilizando o livro Representações e reflexões sobre o ‘bom professor’, de Mary Rangel (7. ed. Petrópolis: Vozes, 2004), li, na página 10, a seguinte representação: “O bom professor é aquele que não dá aula. Ele constrói a aula com o aluno.” Mantive comigo o teor dessa frase, mas ofereci às participantes o mote “O bom professor é aquele que não dá aula....”, sugerindo que elas completassem a frase. Meu intuito foi o de captar como aquele grupo de profissionais da educação concebem-se a si mesmas, em particular suas concepções teórico-metodológicas sobre o exercício efetivo da docência em sala de aula, momento importantíssimo na condução do processo ensino-aprendizagem.
Após terem feito suas frases, as mesmas foram socializadas e debatidas por todos, o que contribuiu, e muito, para a nossa reflexão e para o incremento de nossa ação junto àqueles a quem atuamos.
No encerramento da atividade, solicitei autorização das autoras das frases para publicá-las, razão pela qual, a seguir, coloco-as tais quais me foram passadas. São ricas de sentido e dão margem a um pensar sobre como pensamos que deve ser a aula de um professor e de uma professora que podem ser considerados ‘bons’.
“O bom professor é aquele que não dá aula sem prepará-la” (Andréia)
“O bom professor é aquele que não dá aula, e, sim, aquele que produz a aula de acordo com a realidade de seus alunos” (Janaína).
“O bom professor é aquele que não dá aula, mas aquele que procura dar o melhor de si aos seus alunos para prepará-los para a vida, ou seja, para o mundo” (Keila Cristiano).
“O bom professor é aquele que faz uma sondagem (diagnóstico) dos alunos e, depois, planeja através dos relatos para desempenhar um produtivo trabalho” (Leonilda).
“O bom professor é aquele que não dá aula, mas aquele que está sempre em busca do conhecimento” (Maria Auxiliadora).
“O bom professor é aquele que não dá aula... É aquele que procura interagir com os alunos, propondo uma maneira criativa e prazerosa dentro da sala, cultivando em cada criança o prazer pelo aprender” (Maria do Carmo).
“O bom professor é aquele que não dá aula; ele a prepara e transmite” (Mercês).
“O bom professor é aquele que não dá aula sem conhecimento e sem preparo” (Simara).
“O bom professor é aquele que não dá aula, mas aquele que ajuda o próximo a conhecer o ‘mundo’” (Sueli Silva).
“O bom professor é aquele que não dá aula, mas mostra a realidade na maneira de sermos para agirmos intensamente hoje” (Valéria Camondá).
“O bom professor é aquele que não dá aula, mas, sim, aquele que trabalha como um intermediário entre o conhecimento e o educando, pois ele não só ensina, mas aprende” (Vera).
Uma riqueza de representações críticas, não? Creio que a prática dessas profissionais também vai na mesma direção da qualidade a que se referem em suas falas, pois essas profissionais formaram um grupo de estudo entusiasmado, em quem o brilho nos olhos dizia que faziam e sofriam a educação pelo compromisso social que ela implica e pela possibilidade que ela oferece de fazer com que meninos e meninas, homens e mulheres se humanizem por meio da escolarização.
Ao querido grupo de professoras, meu muito obrigado pela generosidade dos pensamentos compartilhados e sucesso nessa árdua tarefa que é a de educar para um mundo melhor do que aquele que encontramos quando viemos à existência.
Por Wilson CorreiaColunista Brasil Escola
Bullying no ensino
Professora palestrante da 4ª Jornada Pedagógica do SINPRO ABC, realizada em junho de 2010, explica o que é bullyin e como evitar os casos em sala de aula
frequente a consideração de que bullying é algo que apenas ocorre entre algumas crianças até elas crescerem e mudarem de comportamento. Falar sobre o ato bullying entre adultos ou no ensino superior parece ser comumente ignorado, com olhares de descrença de pessoas que deveriam ser conscientes do fato. Sabendo da importância de discutir o assunto em ambiente acadêmico, este artigo tem o objetivo de abordar de forma prática e acessível maneiras de amenizar a violência psicológica em sala de aula e tentar evitar a evasão do aluno pelo motivo agressão psicológica. Para tentar explicar o bullying, o estudo está baseado em pesquisas no âmbito educacional (ARRUDA 1998; FANTE, 2005 entre outros). O trabalho evidencia que obullying está presente em todas as relações interpessoais e em diversas culturas. Tratar o assunto com mais ênfase e oferecer condições para a discussão, reflexão e consequente abominação também são tarefas das instituições educacionais.
O que é bullying?
Bullying
O termo Bullying é de difícil definição, mas é consenso entre os pesquisadores de que se trata de um comportamento físico, verbal e psicológico, desempenhado por alguém que entende estar, de alguma forma, em condições de exercer o seu poder sobre alguém ou sobre um grupo mais fraco.
Estudiosos do bullying, como Pereira (2002), Lopes (2002), Constantini (2003) e Fante (2003 ) classificam a vítima em três categorias:
Vítima típica:
é pouco sociável, sofre repetidamente as consequências dos comportamentos agressivos de outros, possui aspecto físico frágil, possui coordenação motora deficiente, extrema sensibilidade, timidez, passividade, submissão, insegurança, baixa auto-estima, aspectos depressivos.
Vítima provocadora:
refere-se àquela que tem uma característica diferenciada como cabelo “pixaim”, ou ruivo, muito magro ou muito gordo, e que atrai e provoca reações agressivas contra as quais não consegue lidar. Tenta brigar ou responder quando é atacada ou insultada, mas não obtém bons resultados.
Vítima agressora:
reproduz os maus-tratos sofridos. Como forma de compensação, procura outra vítima mais frágil e comete contra esta todas as agressões sofridas na escola, ou em casa, transformando o bullying em um ciclo vicioso.
Bullying
Nos Estados Unidos, pesquisadores estabeleceram passos fundamentais para orientar os pais na descoberta de bullying contra os filhos:
- Ter conversas frequentes com seu filho, perguntando sobre o que acontece na escola. Estabelecer um relacionamento que ajude a manter as linhas de comunicações abertas e um contexto de vivência no seu dia-a-dia;
- Receber com seriedade os bilhetes da escola do seu filho, com aviso de que ele(a) está sendo molestado/agredido(a) por outros alunos.
Como a maioria das vítimas fica em silêncio é necessário ficar atento a alguns sinais. De acordo com o Olweus (OLWEUS, 1978, apud FANTE, 2005, p. 74- 75), o professor deve observar se há a presença dos seguintes comportamentos:
- Durante o intervalo fica, frequentemente, isolado e separado do grupo, ou próximo do professor ou de algum adulto;
- Na sala de aula, tem dificuldades em falar diante dos demais, mostrando-se inseguro ou ansioso, além de perder constantemente os seus pertences.
O mesmo procedimento deve ser adotado quando for preciso identificar o agressor. Os comportamentos mais comuns são:
- Colocar apelidos ou chamar pelo nome ou sobrenome dos colegas de forma malsoante; insulta, menospreza, ridiculariza, difama;
- Tirar dos outros colegas materiais escolares, dinheiro, lanches e outros pertences, sem o seu consentimento.
Cabe ao professor, como sujeito transformador que acredita na possibilidade de mudança, começar a praticar sua função de agente da transformação.
Ações anti-bullying
Não há receita pronta, no contexto sócio-educacional, para lidar com a problemática bullying. Existem projetos que possibilitam a construção do espírito de cidadania, respeitando as diferenças entre os alunos e professores.
Fante e a Abrapia (p. 89, 90) ao falar dos programas preventivos, citam três fatores essenciais, para que seja possível obter resultados positivos:
- Não existem soluções simples para a resolução do bullying; o fenômeno é complexo e variável;
- Cada escola deveria desenvolver suas próprias estratégias e estabelecer suas prioridades no combate do bullying;
- A única forma de obtenção de sucesso na redução do bullying é a cooperação de todos os envolvidos: alunos, professores, gestores e pais, levando em consideração os sentimentos negativos mobilizados e as sequelas emocionais, vivenciados pelas vítimas do bullying.
Para que se possa aplicar qualquer tipo de ação se faz necessário conhecer o público alvo e os problemas que a escola em questão apresenta. Com muito conhecimento e com um leque de opções de ações específicas e já testadas e funcionais, elaborar planos de ações de acordo com a faixa etária do aluno.
Considerações finais
Este artigo teve como objetivo apresentar as principais características do bullying, suas motivações e implicações, a fim de estabelecer um diálogo para fomentar a discussão do assunto, principalmente, no contexto educacional.
Fazendo um comparativo das ações anti-bullying no Brasil e as ações realizadas no exterior através da IBPA (International Bullying Prevention Association), o que surpreende é o fato de que, no exterior, com todas as ações que se igualam as já aplicadas no Brasil, o diferencial se dá na priorização da dedicação de parte do tempo, tanto dos pais como dos professores em falar sobre o problema. É uma dedicação diária, é algo que se constrói naturalmente, e que ainda está faltando no Brasil. As referências consultadas indicam que é necessário, nesse processo, resgatar a clareza de papéis das instituições: família, escola e o trabalho, já que o problema também se estende no ambiente de trabalho.
O bullying não pode continuar sendo considerado uma fase da vida. Não é, também, violência, própria de idade escolar entre crianças e jovens, nem deve ser aceita pela sociedade como parte do processo natural de “amadurecimento”. É crime e como tal deve ser punido.
Para que isso ocorra é imprescindível a mudança de comportamento geral, começando pela escala hierárquica: família, instituição, coordenadores, professores e demais funcionários que compõem uma escola.
* Sandra Lopez é professora universitária na Faculdade Anchieta, escritora, pesquisadora do fenômeno bullying e sócia do SINPRO ABC
Referências bibliográficas
ABRAPIA. Bullying. Disponível em: <http://www.bullying.com.br>. Acesso em:
Mai./2007.
ARRUDA, Angela; JODELET, Denise; JOVCHELOVITCH, Sandra. Representando a Alteridade. São Paulo, 1998.
CONSTANTINI, Alessandro. Bullying: como combatê-lo? Prevenir e enfrentar a violência entre os jovens. Trad. Eugenio Vinci de Morais. São Paulo: Itália Nova, 2004.
CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988, As Leis na Constituição de 1988 em prol das vítimas de agressões.
CONSELHO NACIONAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE – CONANDA, … cumprimento do imperativo constitucional, Art. 227 e da Lei 8.069/91.
FANTE, Cleo. Fenômeno Bullying – como prevenir a violência nas escolas e educar para a paz. 2. ed. Campinas, SP: Veros, 2005.
FREUD, Sigmund. O mal-estar na Civilização. Rio de Janeiro, 1997.
OLWEUS, D. Olweus’ core program against bullying and antisocial behavior: a teacher handbook. Bergen, Norway: Research Center for Health Promotion (The HEMIL Center), 2001.
PEREIRA. A desatenção de pais e educadores frente ao bullying, 2002.
www.mentalhealth.samhsa.gov. (CMHS-SVP-0052)
www.stopbullyingworld.org
ARRUDA, Angela; JODELET, Denise; JOVCHELOVITCH, Sandra. Representando a Alteridade. São Paulo, 1998.
CONSTANTINI, Alessandro. Bullying: como combatê-lo? Prevenir e enfrentar a violência entre os jovens. Trad. Eugenio Vinci de Morais. São Paulo: Itália Nova, 2004.
CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988, As Leis na Constituição de 1988 em prol das vítimas de agressões.
CONSELHO NACIONAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE – CONANDA, … cumprimento do imperativo constitucional, Art. 227 e da Lei 8.069/91.
FANTE, Cleo. Fenômeno Bullying – como prevenir a violência nas escolas e educar para a paz. 2. ed. Campinas, SP: Veros, 2005.
FREUD, Sigmund. O mal-estar na Civilização. Rio de Janeiro, 1997.
OLWEUS, D. Olweus’ core program against bullying and antisocial behavior: a teacher handbook. Bergen, Norway: Research Center for Health Promotion (The HEMIL Center), 2001.
PEREIRA. A desatenção de pais e educadores frente ao bullying, 2002.
www.mentalhealth.samhsa.gov. (CMHS-SVP-0052)
www.stopbullyingworld.org
Características típicas das vítimas de bullying
9 de mar. de 2012
SINAIS GRÁFICOS
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